sexta-feira, 29 de maio de 2020

Tudo quanto aumenta a liberdade, aumenta a responsabilidade. Vitor Hugo

Eis aqui mais um texto, realizado pela aluna nº8, Carolina Gonçalves, do 8ºB, elaborado a partir de uma tarefa, baseada na obra «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda. Foi sujeito a pequeníssimas alterações inerentes à pontuação, sintaxe.

 

PROTEÇÃO, CORAGEM E RESPONSABILIDADE

 

Nestes tempos difíceis, há algumas pequenas palavras que, na minha opinião, retratam muito bem os tempos difíceis que puseram à prova, uma vez mais, a humanidade. Estas são, por exemplo, proteção, coragem e responsabilidade...

A palavra “proteção” significa ação ou efeito de proteger, apoio, ajuda. A palavra “coragem” significa ausência de medo diante de riscos ou do perigo, bravura, valentia. E, por fim, a palavra “responsabilidade” significa dever de se responsabilizar pelo próprio comportamento, pelas ações de outros, ou obrigação.

Estas palavras, para mim, enquadram-se perfeitamente nestes tempos pelos quais estamos a passar. Na minha opinião, a palavra proteção, neste contexto, é a ação que todas as pessoas, à face da Terra, deverão fazer para não se infetarem e também não infetarem os outros. A palavra coragem, no meu ponto de vista, é a ação que todos os profissionais de saúde demonstram diariamente, para ajudar os doentes infetados, colocando em causa a sua própria proteção. E, por fim, a palavra responsabilidade é, com certeza, uma das mais importantes ações, nestes tempos pandémicos, e que é muito bem desempenhada pelos trabalhadores essenciais.

De facto, a obra de Luís de Sepúlveda, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», também, na minha opinião, aborda estas palavras de uma maneira diferente pois, de certo modo, o gato realizou e demonstrou estas ações ao cuidar do ovo e da gaivota. Estas três simples palavras, que todos gostaríamos que se transformassem em atos, daqui a muitos anos, quando olharmos para trás, definitivamente, vão definir esta época como difícil, para toda a população humana da Terra.

Carolina Gonçalves 8ºB Nº8

"A palavra coragem, no meu ponto de vista, é a ação que todos os profissionais de saúde demonstram diariamente, para ajudar os doentes infetados...)

" ...daqui a muitos anos, quando olharmos para trás, definitivamente vão definir esta época como difícil para toda a população humana da Terra".

 

quarta-feira, 27 de maio de 2020

“A amizade supõe a confiança, união de pensamentos e esperança”. André Maurois

Ainda no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a propósito de  um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda, aqui está mais uma resposta, da aluna Matilde Santos, nº12, do 8ºE, ao desafio proposto, com as correções inerentes à pontuação, sintaxe e alguns aperfeiçoamentos a nível da «organização e coesão textual».

 

Companheirismo e cooperação

 

Companheirismo é o comportamento que caracteriza o modo amistoso, cordial e leal do convívio entre duas pessoas.  A cooperação é uma ação conjunta para uma finalidade, objetivo em comum. Estas duas palavras, que se tornam ações, ambas implicam mais do que uma pessoa, para que se possam fazer coisas em conjunto, ou a tomar decisões importantes.

Muitas vezes, o que leva à falta destes valores, na minha opinião, é o facto das pessoas não terem confiança umas nas outras e serem arrogantes. Para se conquistar a confiança de alguém, precisamos de dar provas de que somos dignas dessa confiança e temos de ter um espírito aberto e solidário, ajudando e confiando nas pessoas, para que o companheirismo e cooperação se tornem realidades e não fiquem pelos meros conceitos atrás definidos.

   Penso que os seres humanos precisam de ser mais humildes em relação a tudo, pois, sem humildade, não se chega a nenhum lado.  Devemos confiar em quem nos deposita confiança e cooperar para que construamos juntos um mundo melhor. A obra de Luís de Sepúlveda, “ A história da gaivota e do gato que a ensinou a voar”, apesar de ser uma história ficcionada, transmite-nos estes valores intemporais e universais que devemos cultivar e preservar para que eles orientem as nossas vidas e nos ajudem a ser melhores seres humanos.


Matilde Santos, nº12-8ºE


"...ambas implicam mais do que uma pessoa"



terça-feira, 26 de maio de 2020

«Ele aprendia o poder paradoxal da leitura que consiste em abstrair-nos do mundo para lhe encontrarmos um sentido» in « Como um Romance de Daniel Pennac.


Ainda no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a propósito de  um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda, aqui está mais uma resposta, da aluna Lara Martins, nº19, do 8ºB, ao desafio proposto, com as correções inerentes à pontuação, sintaxe e alguns aperfeiçoamentos a nível da «organização e coesão textual».


Valores...

 

Há obras literárias que nos enchem o coração.

Por vezes, quanto mais simples, mais lindas!

“A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar”, de Luís de Sepúlveda, é um exemplo do que acabo de dizer. É história fabulística, pois a ação centra-se numa gaivota, chamada Kengahe e num gato, cujo nome é Zorbas.  Na minha opinião, a simplicidade desta história transmite-nos valores lindos e profundos que devemos preservar. A forma como nos desperta para os problemas ambientais e para a importância da aceitação do outro é, sem dúvida, diferente e original. O autor desta obra aborda o tema da poluição de uma forma simples e perceptível.

Na minha perspetiva, a gaivota encontrou alguém que foi capaz de criar e proteger o seu ovo. Pediu ao gato que, logo que a gaivotinha nascesse, a ensinasse a voar!  É, sem dúvida, preciso coragem. Um gato a ensinar uma gaivota a voar? Como se pode ensinar a fazer algo que nunca fizemos antes? Acho que entra aqui também a coragem, o grande sentido de responsabilidade e o cumprimento da promessa que Zorbas assume no momento em que Kengah está a morrer. Zorbas foi muito corajoso e persistente ao ensinar uma pequena gaivota a voar.  Esta responsabilidade é algo muito admirável nesta história, pois, sem ela, acho que não teríamos uma história tão bonita. O gato cuidou tão bem dela e foi tão dedicado, persistente e protetor que conseguiu ensinar a pequena gaivota a voar.

Acho que a mensagem principal é a amizade, pois Ditosa, a gaivotinha, inicialmente,  dissera que seria impossível ela um dia voar, mas o gato nunca desistiu de a ajudar até que, um dia, conseguiu. Também acho que é uma história que nos ensina à aceitação da diferença do outro e que todos nos podemos relacionar.

 

Lara Martins, nº19, 8ºB

  "Também acho que é uma história que nos ensina à aceitação da diferença do outro e que todos nos podemos relacionar".

 

sexta-feira, 22 de maio de 2020

O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos. Michael Jordan

Ainda no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a propósito de  um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda,  a professora titular de Português, neste ensino à distância, considerou importante o aprofundamento das técnicas de escrita do texto de opinião, tendo lançado este desafio a todas as suas turmas do 8º ano, relativamente aos muitos temas/valores subjacentes à obra abordada na aula televisiva.

Assim, ao desafio proposto à turma do 8ºEa aluna nº6, Lara Oliveira, respondeu da seguinte maneira ao tema «Companheirismo e Cooperação». Aqui vai, então, o texto com as correções inerentes à pontuação (sintaxe)  e significativos  melhoramentos, relativamente aos parâmetros da «organização e coesão textuais» e «pertinência da informação»

    

Companheirismo e Cooperação  

 

Nestes dias malucos, em que ficamos preocupados com a falta de companheirismo, em que o individualismo cresce cada vez mais,  e que nós temos muita dificuldade para trabalhar em equipa, aceitar as diferenças e respeitar as decisões sugeridas pela nossa turma, é importante desenvolver e aprofundar estes conceitos de cooperação, companheirismo, sempre na base do respeito pelo outro.

Para que a turma possa construir-se e evoluir, é fundamental que se estabeleça uma relação de respeito mútuo, companheirismo e cooperação, e que nela o professor seja o maior exemplo. Nesta relação, na minha opinião, é fundamental a aceitação da individualidade de cada um, a sua forma de expressão, as suas escolhas e opiniões, os seus limites e os seus sentimentos. Cooperar não significa concordar com o outro,  mas, acima de tudo, respeitar as suas opiniões. É, na base deste respeito, desta colaboração  que, na minha perspetiva, se pode realmente estabelecer relações de companheirismo, de amizade.    Com todos nós em casa, confinados devido a uma séria pandemia, e com este ensino à distância, tão estranho aos professores e aos alunos,  sou da opinião que os professores devem ter consciência de que os alunos têm ritmos muitos diferentes, alguns não têm meios de comunicação suficientes,  seguindo, por conseguinte, processos distintos no seu desenvolvimento. Os alunos, por sua vez, de um momento para o outro, passaram a um sistema de  ensino, cujas interações pedagógicas não são naturais.

        Sabemos que a cooperação e o companheirismo dentro de uma turma, em contexto de sala de aula, são muito importantes,  porque, quando alguém precisa de ajuda, os alunos estão lá para se ajudarem uns aos outros, sempre com o auxílio dos professores. Neste ensino à distância,  esta colaboração torna-se, na realidade, muito mais difícil e, nestes dias difíceis, os nossos maiores companheiros e colaboradores são, sem dúvida, os encarregados de educação, os nossos pais.  Os professores, por detrás dos monitores dos seus PCs, incentivam-nos ao estudo, ajudam-nos a resolver tarefas e continuam a despertar–nos para a importância do conhecimento, do saber “Ser” e do saber  “Estar”.  Todos juntos, porém,  estamos a dar o nosso melhor!

 

           Lara Alexandra Capa Oliveira N: 6 8E

"Todos juntos, estamos a dar o nosso melhor"!

quarta-feira, 20 de maio de 2020

«O que se quer existe - só que está coberto: Por isso se chama à busca feita pelos Portugueses Descobrimentos». Agostinho da Silva

No âmbito de um desafio da disciplina de História e Geografia de Portugal, proposto nas aulas de 5º ano do «Estudo em Casa», a aluna Eva Sousa, do 5ºD escreveu o poema "Portugueses Pioneiros".

 

Portugueses Pioneiros

 

             Portugueses somos nós          

Pioneiros da Europa

            A nossa nação

Nunca estará morta

 


Conquistámos Ceuta           

Descobrimos a Madeira

Descobrimos os Açores

Tudo à nossa maneira



Encontramos o Brasil

Passámos o Cabo da Boa Esperança

Chegamos à Índia

Sempre com muita confiança.



 

Portugueses pioneiros

Descobrindo o obscuro

Portugueses marinheiros

Viajando pelo mundo.

 

Eva Sousa, 5ºD


             "Portugueses marinheiros/ Viajando pelo mundo."