quarta-feira, 20 de maio de 2020

«O que se quer existe - só que está coberto: Por isso se chama à busca feita pelos Portugueses Descobrimentos». Agostinho da Silva

No âmbito de um desafio da disciplina de História e Geografia de Portugal, proposto nas aulas de 5º ano do «Estudo em Casa», a aluna Eva Sousa, do 5ºD escreveu o poema "Portugueses Pioneiros".

 

Portugueses Pioneiros

 

             Portugueses somos nós          

Pioneiros da Europa

            A nossa nação

Nunca estará morta

 


Conquistámos Ceuta           

Descobrimos a Madeira

Descobrimos os Açores

Tudo à nossa maneira



Encontramos o Brasil

Passámos o Cabo da Boa Esperança

Chegamos à Índia

Sempre com muita confiança.



 

Portugueses pioneiros

Descobrindo o obscuro

Portugueses marinheiros

Viajando pelo mundo.

 

Eva Sousa, 5ºD


             "Portugueses marinheiros/ Viajando pelo mundo."


 

“A competição é a lei da selva, a cooperação é a lei da civilização”. Piotr Kropotkin

Ainda no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a propósito de  um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda,  a professora titular de Português, neste ensino à distância, considerou importante o aprofundamento das técnicas de escrita do texto de opinião, tendo lançado este desafio a todas as suas turmas do 8º ano, relativamente aos muitos temas/valores subjacentes à obra abordada na aula televisiva.

Assim, ao desafio proposto à turma do 8ºE,  a aluna nº10, Letícia Loureiro, respondeu da seguinte maneira ao tema «Companheirismo e Cooperação». Aqui vai, então, o texto com as devidas correções  e um pequeníssimo aperfeiçoamento.

 

Companheirismo e Cooperação

 

         O companheirismo e a cooperação resumem-se no ato de saber viver em grupo com pessoas bastante diferentes, aceitar diferentes opiniões, ouvir novas ideias, ser bondoso, leal, fiel, compreensivo e transmitir igualdade entre as pessoas, dar auxilio e contributo sempre que possível, mas, acima de tudo, saber respeitar a diferença visto que, mesmo que não gostemos de algo, isso não nos dá o direito de desrespeitar ou desrespeitar quem gosta.

         Na minha maneira de ver, saber ser companheiro e cooperar é algo ótimo que pode até fazer-nos sentir bem connosco próprios, pois o facto de termos uma boa atitude, uma atitude solidária é, de certa forma, gratificante. Aquilo que tenho vindo a reparar é que diminuiu este tipo de pessoas. Hoje,  o que eu reparo é que as pessoas “olham apenas para o seu próprio umbigo”, achando sempre que têm razão, que sabem tudo e que são as melhores, mas não… Ninguém sabe tudo e ninguém é melhor que os outros.  É necessário transmitir a igualdade e quebrar esse egocentrismo para que as pessoas oiçam mais do que aquilo que falam e partilhem os seus conhecimentos, as suas opiniões e os ideais que têm formados, pois, assim, estão a ensinar e, ao mesmo tempo, a aprender, pois todos temos algo a ensinar, mas muito mais para aprender.

         Pessoalmente, eu adoro fazer essa partilha de conhecimentos e opiniões, pois assim aprendo sempre algo novo a cada dia, enriquecendo o meu conhecimento abordando novos assuntos. Eu gosto e respeito muito aquilo que é diferente pois, quanto mais diferente, mais diversas coisas e lições de vida tem para partilhar. Então, é por todas estas razões que eu penso que o companheirismo e a cooperação são valores ótimos.

 

Letícia Loureiro, nº10- 8ºE

 "... o facto de termos uma boa atitude, uma atitude solidária é, de certa forma, gratificante".


"... eu adoro fazer essa partilha de conhecimentos e opiniões, pois assim aprendo sempre algo novo a cada dia, enriquecendo o meu conhecimento abordando novos assuntos".


terça-feira, 19 de maio de 2020

Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não te alies aos moralmente inferiores; não receies corrigir teus erros. Confúcio

Ainda no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a propósito de  um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda,  a professora titular de Português, neste ensino à distância, considerou importante o aprofundamento das técnicas de escrita do texto de opinião, tendo lançado este desafio a todas as suas turmas do 8º ano, relativamente aos muitos temas/valores subjacentes à obra abordada na aula televisiva.

Assim, ao desafio proposto à turma do 8ºA,  o aluno nº1, Afonso Silva, respondeu da seguinte maneira ao tema «Lealdade e Confiança». Aqui vai, então, o texto com as devidas correções  e um ligeiro aperfeiçoamento.

 

 

Lealdade e Confiança

 

Lealdade e confiança são palavras muito sábias e profundas. A palavra lealdade, inicialmente, designava alguém em quem era possível confiar e que cumpria as suas obrigações legais, ou seja, alguém que não falha com os seus compromissos, demonstrando responsabilidade, honestidade, retidão, honra e decência. A confiança, na minha opinião, vem naturalmente com a lealdade, ou seja, quem é leal também é de confiança, porque confia em si mesmo, quando cumpre os seus compromissos e, a partir da autoconfiança, passa também a confiar em outra pessoa.

     Na sociedade temos vários exemplos destes nobres valores, como os profissionais de saúde que estão a cumprir a sua missão da melhor forma possível, sendo leais com o país, cujo povo português, na minha perspetiva, também está a ser leal com eles. Este é um dos exemplos mais atuais, mas também temos exemplos, já bem antigos, como os marinheiros que foram em busca de terras, com pouca orientação e, mesmo assim, aventuraram-se, porque tinham a confiança de que o país estava com eles e não queriam ser desleais com ele. No meu ponto de vista, estes  valores nobres e intemporais devem ser aplicados em atitudes práticas da vida. Penso que, primeiramente, devemos ser honestos connosco, para lidarmos sempre com a verdade, assumindo os nossos erros. Devemos apenas prometer o que podemos cumprir, e ter atitudes corretas às quais não damos muita importância, mas não passam despercebidas, porque a forma como atuamos é a forma como pensamos.

     Pediram-me para falar apenas destes dois valores, mas, os que devemos respeitar e guardar para a vida, são muitos mais. Não existe ninguém perfeito, mas podemos ser cada vez melhores, basta “trabalhar” e “investir” em nós próprios.

 

Afonso Ricardo Ferreira Silva - Nº1 - 8A


"Não existe ninguém perfeito, mas podemos ser cada vez melhores, basta “trabalhar” e “investir” em nós próprios".



"A confiança, na minha opinião, vem naturalmente com a lealdade..."


 

domingo, 17 de maio de 2020

ESTAMOS ON - As bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas de Braga Oeste têm uma nova página digital criada para, neste momento de distanciamento físico e social, dar apoio a alunos, professores e encarregados de educação. Contém links para recursos pedagógicos/lúdicos, horário de atendimento síncrono e assíncrono e endereço de contacto. 

  BIBLIOTEC@S BRAGA OESTE