Rua (...)
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| "... possuo um forte espírito de
liderança e posso ser uma Boa “Personal trainer”." |
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"Solicito uma
entrevista para mais informações que beneficiarão o vosso interesse na minha contratação".
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| "... possuo um forte espírito de
liderança e posso ser uma Boa “Personal trainer”." |
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"Solicito uma
entrevista para mais informações que beneficiarão o vosso interesse na minha contratação".
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| "...nós temos de aprender também, nestes casos, em quem podemos confiar, mesmo quando a compra é feita sem conhecermos o nosso interlocutor". |
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| "Neste mundo, que cada vez se torna mais virtual, há muitos burlões online, no “MarketPlace” do facebook, ou mesmo no OLX, que se aproveitam da confiança das pessoas para lucrarem..." |
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| "Em 29 de agosto de 1919 (...), passou a consagrar-se o dia 10 de junho como feriado nacional. |
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| "Luís Vaz de Camões é a maior referência da literatura portuguesa". |
No âmbito da disciplina de português, compartilho a minha opinião sobre o tema «Companheirismo e Cooperação». O meu texto, se verificarem, é uma permanente interrogação! A minha professora diz-nos que essas interrogações são perguntas de retórica, cuja finalidade é levar-nos a refletir.
Eu sou a Íris Andrade do 8ºE e convido-vos a refletir comigo!
A humanidade, cada vez mais, se demonstra acabada, estragada, «um copo partido» ou, como os internautas gostam de chamar, «uma rachadura num universo». E porquê? Porque a humanidade está a falhar, o que falta? O que está errado? Esses problemas derivam de muitos assuntos polémicos e outros, um deles é a falta de companheirismo e cooperação, que nada mais é que o comportamento de modo bondoso e leal entre duas ou mais pessoas, algo simples, não é? Sim, sem dúvida, é algo simples. Então, porquê complicar o que podia ser tão fácil? É bem, por esse motivo, que a humanidade está aqui, para complicar cada vez mais.
O mais engraçado
é que, quando estamos a estruturar uma critica e a partilhamos, temos o triste
hábito de dizer «A sociedade é…», mas esquecemo-nos que fazemos parte dessa
mesma sociedade. Então, o que estás a fazer para cooperares com um certo grupo
de pessoas? O que eu estou a fazer?
Quando criticamos as faltas de valores na sociedade, nós mesmos estamos
a faltar com esses valores, companheirismo e cooperação, pois sempre achamos
que os outros é que têm de cooperar e entender os nossos interesses, sempre
esperamos isso e, quando alguém tem uma opinião diferente, é sempre criticada e
julgada à base de argumentos ofensivos e, por isso, desnecessários. Para que não haja esse tipo de
descuidos, eu acredito que o melhor a fazer é ser mais confiante em si mesmo,
pois essa confiança vai trazer-nos mais segurança. O sujeito, confiante de si,
sabe que, mesmo que aconteçam atos de ausência de companheirismo e cooperação, ele
não faltará a esses valores, se cooperar com interesse na opinião de outro sujeito
e, juntos, tentarem encontrar pontos de concordância, que auxiliem na busca de um mundo melhor.
Acredito que a sociedade (incluindo-me) ainda não está preparada para receber uma «bomba» de pensamentos à base da emoção e do companheirismo, pois sempre acreditamos que o racionalismo e o individualismo eram, e continuam a ser, os valores que nos tornaram memoráveis durante séculos. Mas para onde é que, na maioria das vezes, esses “valores” levaram as pessoas? A lado nenhum, porque parece que estamos na "estaca zero"! Nós precisamos de TODOS para construir Harmonia. Então, eu pergunto: Vale mesmo a pena viver uma vida individualista?
Íris Andrade nº5 8 E
Nota: Todas as informações, que me ajudaram a
estruturar esta opinião, foram retiradas do livro «Está tudo f*dido» de Mark
Manson, Cap. 3, em destaque quanto a este tema. A situação atual que
vive os EUA veio reforçar , ainda mais, esta minha preocupação!
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| " Nós precisamos de TODOS para construir Harmonia". |
Eis aqui mais um texto, realizado pela aluna nº8, Carolina Gonçalves, do 8ºB, elaborado a partir de uma tarefa, baseada na obra «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda. Foi sujeito a pequeníssimas alterações inerentes à pontuação, sintaxe.
PROTEÇÃO, CORAGEM E RESPONSABILIDADE
Nestes tempos difíceis, há algumas pequenas palavras que, na minha opinião, retratam muito bem os tempos difíceis que puseram à prova, uma vez mais, a humanidade. Estas são, por exemplo, proteção, coragem e responsabilidade...
A palavra “proteção” significa ação ou efeito de proteger, apoio, ajuda. A palavra “coragem” significa ausência de medo diante de riscos ou do perigo, bravura, valentia. E, por fim, a palavra “responsabilidade” significa dever de se responsabilizar pelo próprio comportamento, pelas ações de outros, ou obrigação.
Estas palavras, para mim, enquadram-se perfeitamente nestes tempos pelos quais estamos a passar. Na minha opinião, a palavra proteção, neste contexto, é a ação que todas as pessoas, à face da Terra, deverão fazer para não se infetarem e também não infetarem os outros. A palavra coragem, no meu ponto de vista, é a ação que todos os profissionais de saúde demonstram diariamente, para ajudar os doentes infetados, colocando em causa a sua própria proteção. E, por fim, a palavra responsabilidade é, com certeza, uma das mais importantes ações, nestes tempos pandémicos, e que é muito bem desempenhada pelos trabalhadores essenciais.
De facto, a obra de Luís de Sepúlveda, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», também, na minha opinião, aborda estas palavras de uma maneira diferente pois, de certo modo, o gato realizou e demonstrou estas ações ao cuidar do ovo e da gaivota. Estas três simples palavras, que todos gostaríamos que se transformassem em atos, daqui a muitos anos, quando olharmos para trás, definitivamente, vão definir esta época como difícil, para toda a população humana da Terra.
Carolina Gonçalves 8ºB Nº8
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"A
palavra coragem, no meu ponto de vista, é a ação que todos os profissionais de
saúde demonstram diariamente, para ajudar os doentes infetados...) |
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| " ...daqui a muitos anos, quando olharmos para trás, definitivamente vão definir esta época como difícil para toda a população humana da Terra". |
Ainda no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a propósito de um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda, aqui está mais uma resposta, da aluna Matilde Santos, nº12, do 8ºE, ao desafio proposto, com as correções inerentes à pontuação, sintaxe e alguns aperfeiçoamentos a nível da «organização e coesão textual».
Companheirismo e cooperação
Companheirismo é o comportamento que caracteriza o modo amistoso, cordial e leal do convívio entre duas pessoas. A cooperação é uma ação conjunta para uma finalidade, objetivo em comum. Estas duas palavras, que se tornam ações, ambas implicam mais do que uma pessoa, para que se possam fazer coisas em conjunto, ou a tomar decisões importantes.
Muitas vezes, o que leva à falta destes valores, na minha opinião, é o facto das pessoas não terem confiança umas nas outras e serem arrogantes. Para se conquistar a confiança de alguém, precisamos de dar provas de que somos dignas dessa confiança e temos de ter um espírito aberto e solidário, ajudando e confiando nas pessoas, para que o companheirismo e cooperação se tornem realidades e não fiquem pelos meros conceitos atrás definidos.
Penso que os seres humanos precisam de ser mais humildes em relação a tudo, pois, sem humildade, não se chega a nenhum lado. Devemos confiar em quem nos deposita confiança e cooperar para que construamos juntos um mundo melhor. A obra de Luís de Sepúlveda, “ A história da gaivota e do gato que a ensinou a voar”, apesar de ser uma história ficcionada, transmite-nos estes valores intemporais e universais que devemos cultivar e preservar para que eles orientem as nossas vidas e nos ajudem a ser melhores seres humanos.
Ainda
no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a
propósito de um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato
que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda, aqui está mais
uma resposta, da aluna Lara
Martins, nº19, do 8ºB, ao desafio proposto, com as correções inerentes à pontuação,
sintaxe e alguns aperfeiçoamentos a nível da «organização e coesão textual».
Valores...
Há obras literárias que nos enchem o coração.
Por vezes, quanto mais simples, mais lindas!
“A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar”, de Luís de Sepúlveda, é um exemplo do que acabo de dizer. É história fabulística, pois a ação centra-se numa gaivota, chamada Kengahe e num gato, cujo nome é Zorbas. Na minha opinião, a simplicidade desta história transmite-nos valores lindos e profundos que devemos preservar. A forma como nos desperta para os problemas ambientais e para a importância da aceitação do outro é, sem dúvida, diferente e original. O autor desta obra aborda o tema da poluição de uma forma simples e perceptível.
Na minha perspetiva, a gaivota encontrou alguém que foi capaz de criar e proteger o seu ovo. Pediu ao gato que, logo que a gaivotinha nascesse, a ensinasse a voar! É, sem dúvida, preciso coragem. Um gato a ensinar uma gaivota a voar? Como se pode ensinar a fazer algo que nunca fizemos antes? Acho que entra aqui também a coragem, o grande sentido de responsabilidade e o cumprimento da promessa que Zorbas assume no momento em que Kengah está a morrer. Zorbas foi muito corajoso e persistente ao ensinar uma pequena gaivota a voar. Esta responsabilidade é algo muito admirável nesta história, pois, sem ela, acho que não teríamos uma história tão bonita. O gato cuidou tão bem dela e foi tão dedicado, persistente e protetor que conseguiu ensinar a pequena gaivota a voar.
Acho que a mensagem principal é a amizade, pois Ditosa, a gaivotinha, inicialmente, dissera que seria impossível ela um dia voar, mas o gato nunca desistiu de a ajudar até que, um dia, conseguiu. Também acho que é uma história que nos ensina à aceitação da diferença do outro e que todos nos podemos relacionar.
Lara Martins, nº19, 8ºB
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"Também acho que é uma história que nos ensina à aceitação da
diferença do outro e que todos nos podemos relacionar".
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Ainda no âmbito do «Estudo em Casa», dirigida aos alunos do 7º e 8º anos, e a propósito de um excerto da obra, «A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar», de Luís de Sepúlveda, a professora titular de Português, neste ensino à distância, considerou importante o aprofundamento das técnicas de escrita do texto de opinião, tendo lançado este desafio a todas as suas turmas do 8º ano, relativamente aos muitos temas/valores subjacentes à obra abordada na aula televisiva.
Assim, ao desafio proposto à turma do 8ºE, a aluna nº6, Lara Oliveira, respondeu da seguinte maneira ao tema «Companheirismo e Cooperação». Aqui vai, então, o texto com as correções inerentes à pontuação (sintaxe) e significativos melhoramentos, relativamente aos parâmetros da «organização e coesão textuais» e «pertinência da informação»
Companheirismo e Cooperação
Nestes dias malucos, em que ficamos preocupados com a falta de companheirismo, em que o individualismo cresce cada vez mais, e que nós temos muita dificuldade para trabalhar em equipa, aceitar as diferenças e respeitar as decisões sugeridas pela nossa turma, é importante desenvolver e aprofundar estes conceitos de cooperação, companheirismo, sempre na base do respeito pelo outro.
Para que a turma possa construir-se e evoluir, é fundamental que se estabeleça uma relação de respeito mútuo, companheirismo e cooperação, e que nela o professor seja o maior exemplo. Nesta relação, na minha opinião, é fundamental a aceitação da individualidade de cada um, a sua forma de expressão, as suas escolhas e opiniões, os seus limites e os seus sentimentos. Cooperar não significa concordar com o outro, mas, acima de tudo, respeitar as suas opiniões. É, na base deste respeito, desta colaboração que, na minha perspetiva, se pode realmente estabelecer relações de companheirismo, de amizade. Com todos nós em casa, confinados devido a uma séria pandemia, e com este ensino à distância, tão estranho aos professores e aos alunos, sou da opinião que os professores devem ter consciência de que os alunos têm ritmos muitos diferentes, alguns não têm meios de comunicação suficientes, seguindo, por conseguinte, processos distintos no seu desenvolvimento. Os alunos, por sua vez, de um momento para o outro, passaram a um sistema de ensino, cujas interações pedagógicas não são naturais.
Sabemos que a cooperação e o companheirismo dentro de uma turma, em contexto de sala de aula, são muito importantes, porque, quando alguém precisa de ajuda, os alunos estão lá para se ajudarem uns aos outros, sempre com o auxílio dos professores. Neste ensino à distância, esta colaboração torna-se, na realidade, muito mais difícil e, nestes dias difíceis, os nossos maiores companheiros e colaboradores são, sem dúvida, os encarregados de educação, os nossos pais. Os professores, por detrás dos monitores dos seus PCs, incentivam-nos ao estudo, ajudam-nos a resolver tarefas e continuam a despertar–nos para a importância do conhecimento, do saber “Ser” e do saber “Estar”. Todos juntos, porém, estamos a dar o nosso melhor!
Lara Alexandra Capa Oliveira N: 6 8E
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| "Todos juntos, estamos a dar o nosso melhor"! |
No âmbito de um desafio da disciplina de História e Geografia de Portugal, proposto nas aulas de 5º ano do «Estudo em Casa», a aluna Eva Sousa, do 5ºD escreveu o poema "Portugueses Pioneiros".
Portugueses Pioneiros
Portugueses somos nós
Pioneiros da Europa
A nossa nação
Nunca estará morta
Conquistámos Ceuta
Descobrimos a Madeira
Descobrimos os Açores
Tudo à nossa maneira
Encontramos o Brasil
Passámos o Cabo da Boa Esperança
Chegamos à Índia
Sempre com muita confiança.
Portugueses pioneiros
Descobrindo o obscuro
Portugueses marinheiros
Viajando pelo mundo.
Eva Sousa, 5ºD
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"Portugueses marinheiros/ Viajando pelo mundo." |